sábado, 28 de novembro de 2009

Vacinas e Biotecnologia (Mitos e Verdades)


A vacina gênica surge como promessa de cura, não por tratar dos vírus em sua propriedade, mas por agir diretamente no DNA, tornando-o resistente a uma possível infecção. [...]O método é considerado mais eficaz e seguro do que o de determinadas vacinas convencionais, que inoculam vírus ou bactérias vivas e atenuadas na pessoa para obrigar o sistema imunológico a produzir anticorpos ou imunidade celular.¹
Diferente das vacinas formais, a essa vacina não estimula o sistema imune a produzir anticorpos, supondo, então, a possibilidade de ser utilizada em pacientes LE (Lúpus eritematoso sistêmico). "Lupus eritematoso sistêmico é uma doença auto-imune de caráter sistêmico e inflamatório com produção de anticorpos contra o próprio organismo. Há formação de imunocomplexos antígeno anticorpo. Dentre eles, os mais importantes são os antígenos nucleares. Formam-se portanto, anticorpos antiDNA, antiSm, AntiRNP ( ribonucleoproteína), anti-histona"².
Portanto, o estudo para elaboração da vacina depende da capacidade em estimular, de maneira adequada, o sistema imunológico e seus mediadores (substâncias carreadoras de mensagens e células de memória). Essas informações foram de suma importância para elaboração de diversas vacinas gênicas. A evolução da pesquisa deu-se de forma rápida devido à parceria com a biotecnologia moderna que faz uso de informações genéticas e técnicas de DNA recombinante.
Autores:
Jamilly Lopes de Macêdo;
Marciano Alves Correia;
Rafaela Maria Diniz;
Raisa Gabriella Figueiredo Ribeiro.
¹.Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/tuberc/tuberc3.htm. Acesso no dia 28 de novembro de 2009.
². Disponível em: http://ioh.medstudents.com.br/nefrite.html. Acesso no dia 28 de novembro de 2009.

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